segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Após terceira rodada, Coritiba e Londrina seguem a frente no estadual

Capital e interior dividem liderança neste inicio de ano

Os dois últimos campeões estaduais, começam a edição de 2015 do campeonato paranaense liderando o torneio. Coritiba e Londrina somam nove pontos em três jogos, se estabelecendo como as grandes forças do estado. E nesta terceira rodada, o Coxa venceu em casa o Operário por 2 a 1 e o LEC bateu o maior rival, o Maringá Futebol Clube por 2 a 0 no estádio Willie Davids.

O Coritiba com gols de Rafael Lucas e Mazinho, Ruy descontou para o Operário, venceu mais uma e confirmou a boa fase. O Londrina, em jogo bem disputado, contou com gols de Léo Maringá e Hiago e uma excelente atuação do goleiro Vitor que em dois lances de perigo salvou o Tubarão e garantiu a terceira vitória ao clube. A Zebra restou o consolo de ter jogado bem e a boa condição de evolução da equipe nas próximas rodadas.

Com os resultados, ambos dividem a liderança seguidos pelo J.Malucelli que empatou em casa diante do Cascavel e o Rio Branco que venceu fora de casa o Prudentópolis, um dos lanternas da competição. Outro destaque na rodada foi a vitória do sub-23 atleticano sobre o Paraná que começa mal o estadual com apenas quatro pontos e o Foz que venceu por goleada o Nacional de Rolândia, que exemplo do Prudentópolis ainda não sabe o que é pontuar.

Na próxima rodada, quarta-feira, os líderes Coritiba diante do Foz na fronteira e o Londrina em casa contra o Operário tentarão manter a sequência de 100% de aproveitamento. O Atlético querendo embalar encara o Prudentópolis, o Paraná joga frente ao J.Malucelli, Nacional de Rolândia x Maringá, ambos buscando melhorar na competição e o Cascavel, em casa, joga diante do Rio Branco, fechando a rodada.

3º rodada:
Coritiba 2 x 1 Operário
Maringá 0 x 2 Londrina
Atlético 1 x 0 Paraná
J.Malucelli 0 x 0 Cascavel
Foz do Iguaçu 4 x 2 Nacional
Prudentópolis 0 x 2 Rio Branco 

Tabela:
1 Coritiba 9
2 Londrina 9
3 J.Malucelli 7
4 Rio Branco 6
5 Operário 4
6 Paraná Clube 4
7 Atlético 4
8 Foz do Iguaçu 3
9 Cascavel 3
10 Maringá 1
11 Nacional 0
12 Prudentópolis 0

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Clássico do café agita cidade canção neste domingo

Tubarão e Zebra voltam a se enfrentar após decisão no ano passado

A reedição da final do campeonato paranaense 2014, acontece neste domingo (8) às 17 horas no estádio Willie Davids onde Maringá Futebol Clube e Londrina Esporte Clube se enfrentam, reeditando também o clássico do café que envolve equipes de Londrina e Maringá. Em toda história, os clubes jogaram cinco vezes somando duas vitórias para o Tubarão, dois empates (na final do ano passado) e uma vitória do Maringá, ainda como Metropolitano no ano de 2011, com show do atacante Souza no Willie Davids.

Para o confronto deste domingo, as equipes chegam em estágio diferentes, o Londrina com duas boas vitórias, tenta alcançar a liderança junto ao Coritiba, o Maringá por sua vez, tenta se recuperar, após empatar em casa frente ao Operário e perder para o Coritiba, na última quarta-feira. Para o duelo, o Maringá deve manter a escalação que atuou nos últimos dois jogos, a única mudança pode acontecer na lateral esquerda, com a estreia do lateral Edinho. A provável escalação será esta: Ednaldo, Rhuan, Fabiano, Marcelo Xavier, Edinho (Juninho), Serginho Paulista, Eurico, Max e Danilo Rios, Gabriel Barcos e Rafael Santiago. O Londrina de Cláudio Tencatti terá a seguinte escalação: Vitor, Lucas Ramon, Dirceu, Silvio, Allan Viera, Germano, Bidia, Léo Maringá, Celsinho, Weverton (Neílson) e Arthur.

A partida será essencial para o clube maringaense, oitavo colocado, que em caso de derrota, pode sair da zona de classificação a fase eliminatória da competição estadual. Após encarar o Londrina, a zebra enfrentará Nacional em Rolândia e Paraná Clube em casa. O Tubarão nada por águas mais tranquilas no paranaense e busca se manter ao lado do coxa na disputa pela primeira colocação geral do torneio.

O jogo, como dito, pode marcar também a estreia do experiente lateral esquerdo Edinho de 36 anos e com passagens por clubes como Vasco, Paraná Clube, Brasiliense e Madureira, assumindo a posição do improvisado zagueiro Juninho. Do lado azul, a partida marcará o reencontro do meia Léo Maringá com a torcida da cidade canção. Com a camisa da zebra Léo foi campeão da terceira e segunda divisão estadual, sendo vice da primeira no ano passado, perdendo para o próprio Londrina nos pênaltis.

Os ingressos ainda estão sendo vendidos e a expectativa é de pelo menos oito mil torcedores no estádio municipal. A Polícia Militar de Maringá está atenta ao jogo desde o início da semana e promete estar preparada para ceder toda segurança aos torcedores da casa e aos visitantes, assim como na final de 2014, quando nenhum incidente de maior grau foi registrado.

Histórico do confronto:
2011:
Maringá Futebol Clube 3 x 2 Londrina
Londrina 2 x 1 Maringá Futebol Clube
2014:
Londrina 3 x 2 Maringá
Londrina 2 x 2 Maringá
Maringá 1 x 1 Londrina

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

De olho na América: Grupo 1

O grupo do Galo, pode ser considerado um dos mais duros da Copa Libertadores 2015, contando com clubes fortes e que investiram alto em reforços como o Atlas do México, o Colo-Colo do Chile e o colombiano Independiente de Santa Fé. Desafio grande para o time mineiro, que após uma campanha média em 2014, sonha em retomar o caminho da conquista da América com um elenco mais modesto, porém forte mostrando um belo futebol neste início de temporada. Para o torcedor alvinegro e outros interessados, seguem abaixo algumas informações sobre os três rivais do clube brasileiro.
 
Colo-Colo (CHI)
Fundação: 1947
Cidade: Santiago
Estádio: Monumental (47.000 lugares)

Um dos maiores campeões do Chile, o Colo-Colo, chega ao ano de 2015 ainda mais forte buscando retomar a conquista da América. Com reforços como o atacante Cristian Suazo que volta ao clube após cinco anos no Monterrey, do México, o time tem um elenco poderoso e experiente com atletas como Paredes (artilheiro do último nacional), Delgado, Villar, Fierro e Maldonado.

Com 30 participações na competição sul-americana “o Cacique” estará no grupo A do Atlético Mineiro e pode complicar a vida do campeão da Libertadores de 2013, do mexicano Atlas e do colombiano Independiente Santa Fé, formando um dos grupos mais difíceis da edição de 2015. Sobre o comando do técnico Hector Tapia a equipe terminou o último nacional na terceira colocação atrás do Santiago Wanderers e do campeão Universidad Chile. Além de Suazo o clube trouxe o lateral ex-Palmeiras, Luis Figueroa do O’Higgins e o zagueiro paraguaio Cáceres ex-Nacional do Paraguai.

No elenco a equipe conta ainda com Justo Villar, goleiro paraguaio ex-seleção e Beausejour, meia atacante, que atuou no futebol inglês. Um elenco, além de experiente, forte para a disputa em 2015 que promete ser uma das melhores Libertadores da história, pelo menos em termos de camisa.

Time base: Garcés, Fierro, Vilches, Barroso, Beausejor, Maldonado, Pavez, Vecchio, Jaime Valdez, Suárez e Delgado (Paredes).
Téc: Hector Tapia.

Atlas (MEX)
Fundação: 1916
Cidade: Guadalajara.
Estádio: Jalisco (63.000).

Tradicional rival do Chivas Guadalaraja, vice-campeão da América em 2010, o Atlas sonha em repetir, ou quem sabe superar o feito do maior rival. Para isto, o clube reforçou as fileiras e movimentou o mercado de contratações. Após uma campanha boa na edição de 2014 do campeonato mexicano, onde chegou as quartas de finais e perdeu para o Monterrey, o clube foi as compras.

Entre as contratações o Atlas tentou Robinho, atualmente no Santos, mas até agora contratou apenas reforços desconhecidos como Keno volante do Santa Cruz, os meias Rodríguez, Valenzuela, Suárez e Vilchis, os zagueiros Ruíz e Godínez, o experiente atacante Ochôa e o também atacante Sifuentes.

Uma equipe com características de cadência de jogo e muita criatividade, capaz de fazer do limitado Maikon Leite, um dos destaques em termos de gols e boas jogadas ofensivas. Millar, Medina e Aldo Ramírez realizam esta função. No ataque o paraguaio Cabalero de 24 anos é outro destaque.

Time base: Villar, Castillo, Peres, Venegas, Valenzuela, Ramírez, Gonzalez, Brambila, Millar, Medina, Ochoa (Cabalero).
Téc:Tomas Boy.

Independiente de Santa Fé (COL)
Fundação: 1941
Cidade: Bogotá
Estádio: El Campín (36.343)

Uma das forças do futebol colombiano na atualidade, o Santa Fé chega a esta Libertadores com um time forte, baseado nas bolas paradas e criatividade do meia argentino Omar Peréz, há muitos anos no clube. Atual campeão nacional, o time comandado pelo argentino Gustavo Costa será uma das pedras no sapato do galo, nesta primeira fase da competição internacional.

Para a temporada 2015 a equipe deverá se reforçar, querendo melhorar ainda mais o seu futebol. Até aqui, apenas uma perda foi confirmada, o atacante Cuero foi negociado pelo Morélia. Entre as negociações realizadas estão o empréstimo do atacante Luis Quinõnez do Junior Barranquilla, o zagueiro panamenho Harold Cummings do Juan Aurich (PER), Miguel Borja atacante emprestado pelo Livorno e do também atacante Riveras ex-Léon.

Além coletividade e qualidade individual do meio Pérez, a equipe conta com a força de uma torcida apaixonada que sempre lota o estádio El Campín, fazendo do local um verdadeiro caldeirão para os rivais.  Clima hostil que a equipe alvinegra de Minas Gerais terá de enfrentar para conseguir a vaga no duríssimo grupo A.

Time base: Zapata, Arrechea, Roa, Meza, Mosqueda, Anchico, Torres, Perez,Vargas, Morelo e Arias (Seijas).
Téc: Gustavo Costa. 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

De olho na América: Grupo 2

O grupo dois da maior competição das Américas, promete, além de reunir San Lorenzo, Danúbio e São Paulo receberá um campeão da competição, Once Caldas ou Corinthians e pode ter em sua estreia um verdadeiro clássico entre São Paulo e Corinthians. E para o torcedor brasileiro, ficar de olho nos rivais, o blog Arquibancada Tática traz informações sobre os adversários estrangeiros.
 
Danubio (URU)
Fundação: 1932
Cidade: Montevidéu
Estádio: Jardim del Hipodromo (18.000)

Classificado à Libertadores como campeão do clausura 2014, o Danubio retorna a competição após anos de crise financeira e problemas administrativos. A equipe alvinegra sonhava em retomar o caminho das glórias, mas a julgar pela última temporada no abertura, onde terminou na décima colocação e o elenco cada vez mais enfraquecido, será difícil acreditar em um grande sucesso continental.

As dispensas de Zunino, Ferrón, De los Santos, Ernesto Fárias e  a venda do meia Mayada (para o River Plate) e Ichazo para o Torino, se unem as contratações do atacante Bruno Fornarolli, do Figuerense, do também atacante Balboa do Panathinaikos e do brasileiro Julio Santana. Pouco para a grande dificuldade que o time do técnico Leonardo Ramos terá no grupo B, frente a São Paulo, San Lorenzo e Corinthians ou Once Caldas.

Baseado na velocidade e pegada, até pela quantidade de atletas jovens no elenco, um dos maiores reveladores de talentos do Uruguai, lapidou nomes como Recoba e Cavani, terá de apostar na coletividade e raça uruguaia para ser quem sabe a Costa Rica da vez na Libertadores 2015.

Time base: Torgnascioli, Cotugo, Ricca,  Formiliano, Faber,  Milesi, Peña, González, Castro, Fornarolli, Marcelo Tabárez.
Téc: Leonardo Ramos

San Lorenzo (ARG)
Fundação:1909
Cidade: Buenos Aires
Estádio: Nuevo Gasômetro (43.494).

O time do Papa, atual campeão da Libertadores, chega a edição de 2015 cercado de dúvidas. A primeira delas se reflete no elenco, com perdas de atletas importantes como Piatti e Correa. A segunda seria o rendimento abaixo no segundo semestre, onde fez uma campanha apenas regular no argentino e passou sufoco no Mundial de Clubes diante do Auckland City (NZL).

A missão de Edgard Bauza é montar novamente um elenco forte, taticamente estruturado e capaz de se tão competitivo como foi ano passado, quando superou Cruzeiro e Grêmio, por exemplo. Logo na primeira fase da Libertadores, o Ciclon enfrentará o grupo da morte frente ao Danubio, São Paulo, Corinthians ou Once Caldas, todas equipes tradicionais, de torcida e peso em competições internacionais.

Para esta missão, a equipe fechou com o zagueiro paraguaio Montiel do Olímpia, o meia Mussis do Copenhaghen (DIN) e a volta do meia Ruíz que estava emprestado ao Grêmio. Resta o sonho de repatriar o atacante Bergessio que atualmente está no futebol italiano e a manutenção do experiente meia Romagnolli.

Entre as baixas, a primeira após o Mundial é o zagueiro Kanemman, jovem jogador e homem de confiança de Bauza e o atacante Blandi que vai para o futebol francês. Sem dinheiro para grandes reforços, o ano de 2015  parece ser bem menos glorioso do que o de 2014, mas que ninguém duvide do San Lorenzo, ainda mais contando com a torcida e simpatia do Papa Francisco.

Time base: Torrico, Bufarrini, Yepes, Carusso, Más, Ortigoza, Mercier, Kalinski, Barrientos, Veron e Cauteruccio.
Téc: Edgardo Bauza.

Once Caldas (COL)
Fundação: 1948
Cidade: Manizales
Estádio: Paolo Grande (36.533)

Surpreendente campeão da Libertadores em 2004, eliminando o Santos de Robinho, o São Paulo e vencendo o Boca na final, o Once chegará a esta edição com um elenco tão desconhecido quanto era naquela ano. Sem grandes estrelas, mas contando sempre com o toque de bola refinado do futebol colombiano e uma defesa razoável.

A equipe comandada por Flabio Torres enfrentará o Corinthians na primeira fase, lutando por vaga no Grupo B, o chamado grupo da morte da edição de 2015. Entre os destaques individuais estão o meia-atacante Arango e o jovem zagueiro e lateral Murillo que junto a toda defesa, tentam retomar a tradição da equipe em ter fortes sistemas defensivos, além da experiência no banco do goleiro Henao, campeão em 2004.

Entre as contratações para a temporada estão os laterais Quinteiro e Balanta, os volantes Campaz e Leudo, os atacantes Fernandez e o argentino Penco, além do meia Jonh Valoy. A equipe colombiana ao menos no papel parece não assustar, porém em confrontos diretos contra brasileiros, o time eliminou em edições anteriores o São Paulo, Santos e Cruzeiro e tem a seu favor a pequena altitude de Manizales e uma pressão incrível por parte de sua torcida que em jogos decisivos lota o Palogrande. Então que o Corinthians se cuide.

Time base: Cuadrado, Marlon, Perez, Lopera, Murillo, Sierra, Harisson Henao, Balanta, Arango e Valoy.
Téc: Flábio Torres.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

De olho na América: Grupo 3

O grupo 3 do brasileiro Cruzeiro, será formado por clubes de pouca tradição, exceto, claro, ao time brasileiro. Universidad de Sucre, Mineiros da Venezuela e o vencedor de Alianza Lima e Huracán que se enfrentam na primeira fase da Copa Libertadores. O torcedor celeste pode conferir, neste post, algumas informações sobre os rivais diretos na fase de grupo da competição.

Alianza Lima (PER)
Fundação: 1901
Cidade: Lima
Estádio: Alejandro Villaneuva (35.000)
O Alianza Lima tenta retomar o caminho da grandeza em competições sulamericanas, após anos de crise financeira e técnica, o clube disputará a fase inicial da Libertadores frente ao Huracán que foi campeão da Copa Nacional. O time peruano  nesta temporada apostou em reforços para todas as posições.

Mier zagueiro do Nacional do Paraguai, o meia Milambela também do Nacional (PAR), Carlos Ascues meia do Panetolitos (GRE), Cristian Cuevas meia ex-Union Espanhola (CHI), o atacante Deza emprestado pelo Montpellier (FRA) e Marcio Araújo zagueiro que veio do futebol polonês. Nas saídas, apenas o zagueiro Ibañez que foi para o Universidade Católica (CHI), mantendo no elenco nomes experientes como o lateral Guizasola que atuou na seleção e Montes atacante ex- Garcilasso (PER).

O técnico uruguaio Guilhermo Sanguinetti achou positivo, apesar dos resultados, a viagem do clube a Espanha, onde em pré-temporada a equipe perdeu para o Atlético de Madrid B, Católica de Murcia, Bochum da Alemanha e dois empates frente ao Alcalá e Associação de Futebolistas Espanhóis. Se passar a fase de grupos, ao menos em termos de nome, o Alianza será a segunda força da chave, com chances de classificação à fase de mata-mata.

Time base: Forsyth, Guizasola, Araújo, Mier, Trujillo, Míguez, Abucerrián, Mimbela, Costa, Cedron e Guevgeozián.
Téc: Guilhermo Sanguinetti.

Huracán (ARG)
Fundação: 1908
Cidade: Buenos Aires
Estádio: Tomás Adolfo Ducó (48.000)

Após o surpreendente título nacional do Huracán, frente ao Rosário Central, o clube tem a oportunidade de retomar os tempos de glórias, voltando a Libertadores. Apesar disso, a realidade financeira impede que o time possa investir alto em reforços. A boa notícia, se deve a chave em que caiu, enfrentando o Alianza Lima na primeira fase e em caso de vaga, um grupo frágil que conta com Universitário de Sucre e Mineiros da Venezuela, além do Cruzeiro.

Entre os reforços, Lucas Fernandez zagueiro de 38 anos do Sportivo Italiano, Torassa atacante do Al Boys (ARG), Balbi zagueiro da LDU (EQU), Blásquez zagueiro chileno do Everton (CHI),  Pablo Bruna meia do Union da Argentina e o baixinho habilidoso Puch ex- Universidad de Chile. Entre as saídas, Gonzalo Martínez meia para o River Plate e Mauro Milano para o San Martin (ARG).

Comandado por Nestor Apuzzo, o time deve atuar assim como no ano passado, forçando o jogo aéreo e a disputa física, atuando de forma compacta. Jogo bonito, apenas quando a bola passar nos pés do meia Toranzo, aquele típico meia argentino que sabe tratar a bola. Fora disso, será bola parada e muita raça o que pode sim levar o time a segunda e por que não a terceira fase especialmente nesta chave.
Time base: Marco Díaz, Mancinelli, Carrera, Echeverría, Domínguéz, Balbi, Villaruel, Vismarra, Romero Gamarra, Toranzo, Torassa e Abila.
Téc: Nestor Apuzzo.

Universidade de Sucre (BOL)
Fundação: 1961
Cidade: Sucre
Estádio: Olímpico Pátria (32.000)

Atual campeão boliviano, o Sucre chegará a Libertadores em 2015 mantendo a base de seu elenco e apostando em ser um novo azarão a exemplo do Bolívar que em 2014 chegou a semifinal. Com apenas duas baixas e uma contratação, o time terá uma missão possível, uma vez que enfrentará adversários como Alianza Lima, Huracán ou Mineiros.

Os principais destaques do time são o meia Saucedo (que teve rápida passagem pelo Bragantino em 2012), o experiente atacante argentino Palavicini de 37 anos e seis gols no último campeonato abertura e o goleiro Robledo de 36 anos e titular absoluto do time. As contratações confirmadas até aqui são de Diego Sandoval meia boliviano ex- Blomming, e os atacantes Castro (ex-Aguilas Douradas-COL) e Suárez (ex-Bolívar). Ojeda e Barras saíram para Magalanes (CHI) e Sport Boys (PER), respectivamente. Pouco para encarar o torneio mais difícil das Américas, mas talvez não para esta fase de grupo.

O técnico Júlio Baldevieso apostará na continuidade do trabalho deixado por Jaime Vega, que estava a duas temporadas no cargo. Apesar disso, a estreia na liga boliviana foi decepcionante, com derrota para o Petrolero Yacuba por 3 a 0.  
Time base: Robles, Rojas, Cuellar, Felipetto, Ballivian, Bejerano, Rivero, Saucedo, Cuesta, Torres e Palavicini.
Téc: Julio Baldevieso

Mineiros (VEN)
Fundação: 1981.
Cidade: Puerto Ordaz.
Estádio: Cachamay (41.000).
O Mineiros retorna a Libertadores, mas sem grandes expectativas, a equipe venezuelana sabe da dificuldade que terá para passar de fase e para tentar este sonho, contratou cinco reforços e manteve boa parte do elenco que classificou a equipe a competição internacional em 2014. Entre as novidades estão os experientes Cabezas (atacante) e Cuevas (zagueiro) vindos do Trujillo e os meias Peréz e Nájera, talvez as maiores contratações em termos de qualidade. Outro nome que chama atenção é o lateral Chicero atleta que tem passagem pela seleção vinho tinto e o atacante argentino JJ Moralez que atuou no Paraná Clube em 2013.

Na estreia do campeonato local derrota para o Metropolitanos e vitória sobre a Portuguesa FC, mas pouco futebol. O que deve ser a tônica desta equipe, considerada a grande zebra desta chave. Comandada por Marcos Mathias a equipe não tem nem mesmo o fator caldeirão, uma vez que joga em Puerto Ordaz, um estádio com condições tranquilas de jogo, um bom gramado o que deve facilitar especialmente o jogo de troca de passes e movimentação constante do time cruzeirense.

Apesar de toda a evolução venezuelana no futebol, o Mineiros não deve fazer sombra ao favorito Cruzeiro, sendo candidato a lanterna do grupo, uma vez que enfrentará ainda o Universidad de Sucre, atual campeão boliviano e um rival argentino ou peruano.

Time base: Romo, Vallenilla, Machado, Cuevas, Chicero, Jímenez, Lopéz, Najera, Blanco, Rojas e Cabezas.
Téc: Marco Mathias.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

De olho na América: Grupo 4

O Blog Arquibancada Tática traz, neste post, informações sobre os adversários do Sport Clube Internacional no grupo 4 da Libertadores. Terceiro colocado na última edição do Brasileiro o Inter terá pela frente dois rivais conhecidos, o equatoriano Emelec e o chileno Universidad Chile, além do vencedor do confronto entre Monarcas Morélia e The Strongest que começa nesta quarta-feira (4). Confira, abaixo, algumas informações sobre os adversários do colorado na maior competição da América:


Emelec (EQU)
Fundação: 1929
Cidade: Guayaquil
Estádio: George Capwell (23.000).
Uma das forças equatorianas e nos últimos anos sempre presente na Libertadores e Copa Sul-Americana o Emelec vai ganhando experiência internacional e para esta temporada de 2015, o clube manteve a base de elenco que sobre o comando de Gustavo Quinteiros aposta na velocidade de seu ataque e na força de sua torcida, que transforma o estádio George Capwell em um caldeirão.
Entre as contratações apenas o meia Léon e o atacante De La Cruz, que se juntam a outros excelentes jogadores como o meia Gaibor, o atacante Bolaños destaque na última Sul-Americana, os atacantes argentinos Herrera e Mondaini, além da experiência defensiva com o arqueiro Dreer e os ex- zagueiros da seleção nacional, Guaguá e Baguí.
Com poucas mudanças, a forma de jogar da equipe deve se manter próxima a que conquistou o bicampeonato nacional e chegou as quartas de final da Copa Sulamericana perdendo para o São Paulo. Os pontos fortes continuam sendo a força física e os contra golpes perigosos, contando com as chegadas dos meias de lado e do atacante Bolanõs que foi artilheiro da Sulamericana 2014. O ponto fraco segue sendo a defesa, lenta e frágil. Porém, especialmente em Guayaquil, o Emelec deverá ser osso duro de roer.
Time base: Dreer, Quinteiro, Guaguá, Achilier, Baguí, Quiñonez, Lastra, Mauro Fernández, Giménez, Angel Mena e Miller Bolaños.
Téc: Gustavo Quinteiro.

 
Universidad de Chile (CHI)
Fundação:1927.
Cidade: Santiago.
Estádio: Nacional (65. 000).
A La U quer voltar ao topo do continente. Após ser a sensação como campeã nacional e da Copa Sulamericana em 2011, contando com o técnico Sampaoli e o atacante Vargas em grande fase, o clube terminou o último nacional como campeão e sonha em fazer história nesta Libertadores, mesmo contando com um elenco mais frágil do que em 2011.
Entre as contratações desta janela, o atacante argentino Benegas do La Calera (CHI), o goleiro Jímenez do Huachipato(CHI), a volta do lateral esquerdo Cereceda, o meia uruguaio Maxi Rodríguez ex- Grêmio e que esteve no Vasco no segundo semestre e o zagueiro Walter Ponce ex-Cruz Azul e seleção. Entre as saídas, as mais sentidas serão a de Rubio atacante para o Queretáro e Maturana meia de 21 anos para o Elche da Espanha.
Nomes como Lorenzetti, Cortez, Rojas e Herrera continuam e serão importantes para darem experiência a alguns jovens que foram alçados ao time profissional pelo técnico uruguaio Martin Lasarte ex- Universidad Católica. A julgar pelo começo da temporada, os resultados não são tão animadores, em quatro jogos, duas derrotas, uma vitória e um empate pouco para quem sonha dominar novamente o continente sul-americano.
Time base: Herrera, Corujo, Vidal, González, Rojas, Espinoza, Pereira, Lorenzetti, Ubilla, Guitiérrez, Benegas.
Téc: Martín Lasarte.

The Strongest (BOL)
Fundação: 1908.
Cidade: La Paz.
Estádio: Hernando Siles (42.000).
O mais forte (significado de The Strongest), após boa campanha na Libertadores de 2014, quer voltar a fase de grupos na competição internacional, mas para isso terá pela frente uma dura missão, vencer o mexicano Morélia e disputar o grupo quatro que contará com rivais como Internacional e Universidad de Chile.

Após dois anos sobre o comando de Villegas, a equipe aposta agora no argentino Nestor Cravioto que estava no La Calera do Chile. O elenco, por sua vez, sofreu poucas modificações, Bajter meia uruguaio chegou do mexicano Veracruz, Centurion experiente zagueiro paraguaio do 12 de Outubro e o atacante argentino Cuesta do pequeno Melgar do Peru. Entre as baixas apenas o atacante Gilbert Alvárez foi para o Real Potosí.
O time conta ainda com o volante Chumacero, após rápida passagem pelo Sport, o ex-goleiro da seleção local Vaca, o meia Solíz e o atacante Pablo Escobar, aquele mesmo que atuou em clubes como Ipatinga, Santo André e Botafogo de Ribeirão Preto e na Bolívia é tido como um dos melhores jogadores locais.
 Após uma terceira colocação no campeonato abertura, a equipe apostará novamente na força da altitude, não apenas para passar de fase, mas para quem sabe, chegar novamente ao mata-mata. Altitude a parte, o The Strongest tem evoluído nos últimos anos e complicado para seus rivais mesmo em jogos fora de casa, por isso é bom o torcedor colorado ficar de olho no tigre boliviano.               
 
Time base: Vaca, Wayar, Martel, Centurion, Torrico, Castro, Chumacero, Cristaldo (Bajter), Solíz, Ramalo, Pablo Escobar e Cuesta.
Téc: Nestor Cravioto.

Monarcas Morélia (MEX)
Fundação: 1929.
Cidade: Morélia.
Estádio: José Pavon (41.500).          
Um elenco reformulado e um inicio de ano com descrédito de sua torcida, assim a temporada 2015 começou para o Monarcas Morélia, com a saída de jogadores como Godínez para o Atlas, Villaseñor para o Puebla e o atacante Riascos para o Cruzeiro, o Monarcas trouxe contratações modestas e buscará se encontrar como equipe após um fim de temporada mediano em 2014.

Os reforços são os seguintes: Cejas meia do Santos Laguna, Villalpando goleiro do Pachuca, Mena atacante colombiano do Independiente Medellín (COL), Marco Palácios zagueiro do Pumas, Arreola zagueiro do Pachuca, Rafael Garcia volante\zagueiro do Nacional (URU), Calvo zagueiro do Atlante e por fim o meia Cuero do Santa Fé de Bogotá (COL). Uma curiosidade é a presença no elenco do argentino naturalizado esloveno, David Depetris, um dos atacantes do time.
Sobre o comando de Alfredo Tena, a equipe teve pouco tempo para se arrumar e pelo menos neste inicio de campeonato mexicano vai mal, com apenas dois pontos em quatro jogos. Até por isso, aposta e muito neste primeiro jogo em casa, afinal em inicio de temporada e jogando na altitude, a parada frente ao The Strongest na volta será dura e uma eliminação pode aumentar a tensão no clube.
Time base: Fernandez, Huiqui, Cardozo, Arreola, Valdez, Garcia, Moralez (Cuero), Cejas, Ruíz, Depetris e Oscar Fernández.
Téc: Alfredo Tena.
 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Guia do Paranaense (Parte 1).

Maringá FC

Fundação: 2010
Estádio: Willie Davids (19.000).

Títulos: Paranaense da terceira divisão (2010) e da segunda divisão (2013).
Vice-campeão estadual em 2014, em sua primeira participação na elite, o Maringá Futebol Clube sonha em repetir o sucesso nesta temporada, mas quem sabe com um final mais feliz, recolocando a cidade na rota dos títulos, algo que não acontece desde 1977 quando o antigo Grêmio de Esportes Maringá alcançou o tri estadual para o município.

Com a base titular mantida e vários bons e experientes reforços a equipe aposta muito neste primeiro semestre, onde disputará além do estadual a Copa do Brasil, estreando diante do Madureira no mês de março. No paranaense a disputa começa neste domingo (1) em casa, diante do Operário de Ponta Grossa.

Para encarar estes desafios a equipe manteve nomes como Gabriel Barcos, Ednaldo, Juninho, Marcelo Xavier, Serginho Paulista, além do técnico Claudemir Sturion. Entre as 15 contratações destaque para Danilo Rios, meia ex- Remo, que teve passagem por clubes como Bahia e Atlético Mineiro, Bruno volante ex-Grêmio de Porto Alegre e Shakthar Donetsk (UCR), o lateral esquerdo Edinho ex-Vasco e Brasiliense, além de Rafael Santiago e Rodrigo Dantas, atacantes conhecidos e com passagens por diversos clubes do futebol nacional.

A base de time atua no 4-4-2, contando com dois meias, caracterizando um esquema ofensivo, utilizado também no ano passado. A dúvida da equipe fica por conta da defesa que ainda não é uma unanimidade, especialmente para a torcida. Mesmo assim a zebra maringaense deve dar trabalho e lutar ao menos por vaga a Série D nacional.
Time base: Ednaldo, Rhuan, Fabiano, Marcelo Xavier, Edinho (Juninho), Eurico, Serginho Paulista, Danilo Rios, Max, Gabriel Barcos e Rafael Santiago.
Téc: Claudemir Sturion.

Londrina EC
Estádio: Do Café (36.000)                                                                                                               

Fundação: 1951

Títulos: Tetra campeão paranaense em 1962, 1981, 1992 e 2014, Copa Paraná (2008), duas vezes campeão estadual da segunda divisão (1999 e 2011) e a Taça de Prata de 1980.
A pergunta que o torcedor londrinense se faz é a seguinte: pode ser 2015, melhor do que foi 2014? Título estadual na casa do maior rival, acesso a Série C nacional e a confiança renovada do torcedor em relação a equipe da cidade. Fato é que o Londrina depois de muitos anos chega como um dos grandes favoritos ao título, contando com um elenco experiente e qualificado, visando também o acesso a Série B nacional, no segundo semestre deste ano.

A equipe, com exceção dos atacantes Joel e Paulinho, foi mantida. Nomes como Celsinho, Vitor, Dirceu, Bidía, Diogo Roque e claro o técnico Tencatti, a quatro temporadas no comando do time celeste, permaneceram. Gerido pela empresa SM Sports, a mesma que comandava o Iraty, o LEC se fortaleceu, ganhou estrutura, dinheiro e aliado a uma torcida fanática e uma camisa de peso, especialmente em termos de estado, o Tubarão voltou a assombrar o trio da capital.
Para este ano, o Londrina trouxe os seguintes reforços: o lateral esquerdo Lino de 37 anos, ex-São Paulo, Bahia, Iraty, Academica e Paok (GRE), atacantes com passagens recentes pelo time, como Weverton e Neílton, além de Henry Kanu, nigeriano com passagens pelo Juventus (SP) e Icasa (CE) e o volante Koffi, camaronês, que atuava no Central de Pernambuco. Arthur atacante campeão no ano passado voltou ao clube e promete acrescentar qualidade ao elenco. A julgar pelos rivais, não seria exagero colocar o Londrina ao lado do Coritiba, como um dos grandes favoritos ao título.

Time Base: Vitor, Lucas Ramon, Dirceu, Silvio, Allan Viera, Germano, Bidía, Léo Maringá, Celsinho, Hiago (Neílson), Kanu (Arthur).
Téc: Cláudio Tencatti.
Atlético Paranaense

Estádio: Arena da Baixada (40.000)

Títulos: Campeonato Brasileiro (2001), Campeonato Brasileiro Série B (1995), duas Copas Paraná (1998 e 2003) e 22 vezes campeão estadual.
O Atlético Paranaense segue esnobando a competição estadual, enquanto o time principal se prepara para a temporada, em excursão pelo exterior, o time sub-23 treina no CT do Caju para defender a honra atleticana frente aos rivais do Paraná. Com a integração de alguns atletas que faziam parte do time na Copa São Paulo de Futebol Júnior, o Furação espera revelar mais talentos, um dos objetivos de se usar este expediente.

Atletas que atuaram no último jogo do ano passado, frente ao Palmeiras, como Ricardo Silva, zagueiro e Mario Sérgio lateral direito, darão experiência a garotada que conta com nomes de destaque como Bruno Pelissari e o centroavante Pedro Paulo que atuou pela seleção sub-17 a três anos.

O técnico Marcelo Vilhena aposta na boa preparação de jogos amistosos e treinos, além da clara característica do time de muita velocidade e força física. Enquanto isso a equipe principal, sem grandes novidades, participa da Copa Marbella na Espanha, enfrentando rivais como o Guanzhou Evergrande da China e o Benfica da Angola.

Nacional de Rolândia
Fundação: 1947

Títulos: Duas vezes campeão da segunda divisão estadual 2003 e 2008. Campeão da terceira divisão em 1998.
Estádio: Erick George (1.500)

Com boa parte da base que devolveu o clube a Série A estadual neste ano de 2015, o NAC volta a elite querendo apagar a imagem de time ioiô no futebol paranaense. Ao todo o clube manteve 12 atletas do ano passado e contratou mais treze reforços, montando um elenco para a disputa que se inicia no dia 1 de fevereiro diante do Coritiba em casa.
Os destaques da equipe comandada por Rafael Andrade são o atacante Tcharlles e o meia Lucas. A base mantida cede uma certa tranquilidade ao comando técnico, porém, a meta para este ano é manter a equipe na elite, na tentativa de fixar o azulão como uma equipe de primeira divisão.

Entre os reforços, três vieram do Rio Branco do Acre, os volantes Joel e Matheus Leoni e o meia Josi. Os atacantes Xuxa do XV de Piracicaba e Robson Alex do futebol guatemalteco, além do lateral direito Wallace que veio do Crac de Goiás são as contratações de maior relevância.
Time base: Alex, Diego Fiuza, Douglas, Humberto, João Victor, Dodô, Nando, Neném, Lucas, Vieira e Tcharlles.
Téc: Rafael Andrade. 

Rio Branco
Fundação: 1913

Estádio: Gigante do Itiberê (20.000)
Títulos: Três vezes campeão estadual do interior (1948, 1958, 2000) e uma vez campeão da Segunda divisão (1995).

Um dos mais tradicionais clubes paranaenses chegará a esta edição do estadual com expectativas positivas, após anos lutando contra o rebaixamento a meta agora é a vaga na Serie D nacional e para isto, vários reforços dentro e fora de campo foram apresentados nesta pré-temporada. 23 novos jogadores e alguns atletas da base formam o elenco que será comandado por Amauri Knevitz, campeão estadual com o Paranavaí em 2007, além de novos patrocínios e sócio torcedor.
Entre os novos reforços estão o meia Roger Guerreiro ex-Corinthians e futebol polonês, o volante Alexsandro ex-Internacional e futebol português, o atacante Bruno Gaúcho ex-Bragantino e o goleiro Enderson ex-Corinthians e Figueirense. O elenco mesclado contará também com jovens, como os laterais esquerdos Caio e James ambos da base e o atacante Rafael Feijão que foi aprovado em um período de testes no clube, durante o fim do ano de 2014.

Além disso, a equipe fechou acordo de patrocínio com uma empresa norte-americana Nutribands, que estampará um de seus produtos na camisa vermelha e branca, o energético Vivamil. O clube lançou ainda um projeto para sócios torcedores, visando fidelizar o torcedor do litoral. A julgar pelas ambições, o Leão da Estradinha promete e muito para a temporada.

Foz do Iguaçu FC

Fundação: 1996.

Estádio: ABC (12.000).

Títulos: Sem títulos oficiais.
Após a desistência do Arapongas em disputar o estadual em 2015, a vaga na Série A caiu no colo do Foz do Iguaçu e a equipe, após anos, voltará a estar entre os grandes do estado. Com uma parceria com o Atlético Paranaense, o clube aposta na base que terminou em terceiro lugar no estadual Série Prata, com contratações modestas vindas, por exemplo, das divisões juniores do Furação e do Coritiba.

Entre as maiores contratações estão o goleiro Edson Bastos ex-Figuerense e Coritiba, o zagueiro Júnior Fell ex-Vasco e Fecnenváros (HUN), o volante Léo ex-Bragantino, o lateral Jonathan e o meia Renatinho que vieram do Atlético Paranaense, além do meia Maranhão que vem emprestado pelo Coritiba. Entre os destaques remanescentes no elenco estão Tiago Henrique campeão estadual pelo Paranavaí em 2007, Negreiros ex-atacante do Flamengo e Safira ex-Maringá, Toledo e Engenheiro Beltrão.
A equipe comandada por Edson Borges, no último final de semana, venceu o Cerro Portenho de Presidente Franco do Paraguai por 4 a 1, Safira, Tiago Henrique, Negreiros e Edinho marcaram os gols. O Azulão da fronteira promete para 2015, querendo buscar uma vaga na Série D nacional.